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Fundo com gradiente pastel

Artista da dança, curadora independente, diretora de arte e doutora em Estética e História da Arte (USP).

Sabe-se lá do que o corpo é capaz, por isso eu mergulho fundo para chegar nos limites. A dança me mostrou que o movimento rege o caos e é ele quem ordena tudo, eles não são opostos. É nessa ponte entre a performance de rua, as danças populares, a dança contemporânea que componho pesquisas que assumem seu sotaque.

Meu trabalho se desenrola através do movimento como forma de investigação crítica, esse percurso se entrelaça nas danças de tradição acadêmica, como o balé clássico e dança contemporânea (Escola de Dança da Cidade de São Paulo); realizei a formação em Danceability com o Núcleo de Dança Aberta e atuei como ginasta rítmica federada pela Confederação Brasileira de Ginástica no ano 2000. Também trouxe a pesquisa do movimento para dentro da universidade, valendo-me da improvisação em dança como forma de elaboração crítica e de mediação.

 

Produzir dança e curar exposições tornou-se, naturalmente, parte ativa de minha expressão artística, junto com a sua criação. Entre estes eventos se destacam: a formação do Dançando no museu (2016-26), no MAC-USP; a curadoria do Arte: Situação Emergente (SESC CPF, 2017), as criações em dança no Centro de Referência da Dança SP (Memória entre raízes, 2018, o Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia – MuBE (Batuque de criança, 2014) e na Biblioteca Mário de Andrade (Psicogênese da criação humana, 2014).

 

Movimentar espaços é tão necessário quanto ocupá-lo em cena, agrupar gente e construir narrativas que permitam brotar o infinito do corpo é parte fundamental da minha maneira de permanecer nos espaços.

Dance artist, independent curator, art director, and PhD in Aesthetics and Art History from the University of São Paulo (USP).

One never really knows what the body is capable of, which is why I dive deep to reach its limits. Dance taught me that movement governs chaos, and that chaos itself is what gives form to order — they do not oppose one another.

My work unfolds through movement as a form of critical inquiry: a way of thinking with and through the body. Rooted in several traditions of dance, my practice moves across classical ballet, contemporary dance, Danceability, rhythmic gymnastics, and improvisation, not as fixed vocabularies but as materials in constant negotiation. I investigate dance improvisation as a space for mediation, memory, and critical elaboration—where the body becomes both archive and method.

Over time, choreography and curatorial practice became inseparable gestures. This has taken shape through projects such as the development of Dançando no Museu (2016–26) at the Museum of Contemporary Art of the University of São Paulo (MAC-USP); the curatorship of Arte: Situação Emergente (SESC CPF, 2017); and dance works developed at the São Paulo Dance Reference Center (Memória entre raízes, 2018), at the Brazilian Museum of Sculpture and Ecology – MuBE (Batuque de criança, 2014), and at the Mário de Andrade Library (Psychogenesis of Human Creation, 2014).

To move spaces feels as necessary as inhabiting them on stage. Gathering people, activating places, and building narratives through which the body may unfold beyond itself are fundamental to how I remain, create, and make space in the world.

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