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Gradiente de cor abstrato

Alguns trabalhos | Selected works

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Memória Encarnada

2025

Processo de práticas de dança realizadas para a escrita da tese de doutorado.

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Memória entre raízes

2018

Solo de dança. Início da pesquisa com sotaque do corpo.

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Insonora

2026

Fotoperformance. Engano de imagens sobre verdades escondidas.

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Antídoto

2021-23

Série de videodança. Corpo de pandemia encalacrado.

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Dançando no museu

2016-26

Mediação com dança acessível realizada no museu.

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Coletivo Corpo Ciênico

Trabalhos desenvolvidos com o coletivo de dança entre 2014-2018.

vejo tudo como movimento: dançando.

sabe-se lá do que o corpo é capaz, por isso eu mergulho fundo para chegar nos limites. É desse corpo cheio de tensão que minha prática se constitui, atravessando a performance de rua, as danças populares, como o forró, e outras técnicas clássicas compondo pesquisas que assumem seu sotaque.

Esse percurso se adensa também nas danças de tradição acadêmica: estudei balé clássico, dança contemporânea (Escola de Dança da Cidade de São Paulo) e jazz dance; realizei a formação em Danceability com o Núcleo de Dança Aberta e atuei como ginasta rítmica federada pela Confederação Brasileira de Ginástica no ano 2000.

 

Naturalmente, produzir dança e curar exposições tornou-se parte ativa de minha expressão artística, junto com a criação. Entre estes eventos se destacam: a curadoria do Arte: Situação Emergente (SESC CPF, 2017), as criações em dança no Centro de Referência da Dança SP (Memória entre raízes, 2018, no Galpão IV (Batuque de criança, 2016), no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia – MuBE (Batuque de criança, 2014) e na Biblioteca Mário de Andrade (Psicogênese da criação humana, 2014).

 

Movimentar espaços é tão necessário quanto ocupá-lo em cena, agrupar gente e construir narrativas que permitam brotar o infinito do corpo é parte fundamental da minha maneira de permanecer no espaço.

I see everything as movement: dancing.

One never really knows what the body is capable of, which is why I dive deep to reach its limits. It is from this tension-filled body that my practice takes shape, moving through street performance, popular dances such as forró, and other classical techniques, composing research that assumes its own accent.

This trajectory is further densified through academic dance traditions: I studied classical ballet, contemporary dance (São Paulo City Dance School), and jazz dance; completed training in Danceability with Núcleo de Dança Aberta; and worked as a rhythmic gymnast federated with the Brazilian Gymnastics Confederation in 2000.

Naturally, producing dance and curating exhibitions became an active role of my artistic expression, alongside performance creation. Among these works, the following stand out: curatorship of Arte: Situação Emergente (SESC CPF, 2017); dance works developed at the Centro de Referência da Dança SP (Memória entre raízes, 2018); at Galpão IV (Batuque de criança, 2016); at the Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia – MuBE (Batuque de criança, 2014); and at the Biblioteca Mário de Andrade (Psychogenesis of Human Creation, 2014).

Activating spaces is as necessary as inhabiting them on stage; bringing people together and constructing narratives that allow the body’s infinitude to emerge is fundamental to the way I sustain my presence within space.

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