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Gradiente de cor abstrato
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Bio

Aila Silva é artista da dança, curadora independente, diretora criativa e pesquisadora. Com foco em Performance na América Latina, é interessada em poéticas do movimento, sotaques de corpo e memórias a fim de discutir (in)justiça social, gênero e construção cultural. Doutora em Estética e História da Arte pela Universidade de São Paulo (2025), foi pesquisadora visitante na New York University (EUA, 2023-24) e colabora com o Hemispheric Institute of Performance and Politics (EUA).

 

Idealizadora do projeto "Dançando no Museu (2016-26), onde operou a mediação cultural como dispositivo de ocupação coreográfica no Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC-USP). Em 2018, foi artista residente no Centro de Referência da Dança de São Paulo (CRD-SP) para a criação de “Memória entre raízes”, mapa de gestos e sotaques corporais que investiga as defasagens entre o corpo e o território. Lançou de forma independente a tripartite “Antídoto” (2022-2023), curtas-metragens de dança concebidas como reação ao corpo encalacrado, estreou a performance-mediação “Performar gestos do prazer” no Espaço das Artes da USP com o artista João Teixeira Jr. em 2024 e retornou para mais uma temporada com o musical VerDe Perto, que estreou em 2016. Na New York University (NYU), concebeu a palestra-pesquisa “Vulcanic souls: how to be yourself if no one told you?” (2024), ativando o arquivo do Hemispheric Institute of Performance and Politics a partir de fabulações sobre territorialidade e identidade com estudantes de múltiplas nacionalidades.

 

Co-curou o eixo “Políticas do Corpo Sensorial” no Arte Situação Emergente (Sesc CPF, 2017), “O corpo político: atravessamentos” pelo CIANTEC (2020) e a exposição “Emergências Transversais” no XII CIEHA-USP (2022).

Aila possui formações complementares que passam pela investigação do pensamento tecnológico e da acessibilidade comunicacional, incluindo o curso “Leading Innovation in Arts and Culture” pela Vanderbilt University (EUA, 2015). É co-idealizadora do protótipo “Open Museum” (2021), focado em museologia participativa e UX design. Em 2015 esteve no ISEA como artista selecionada, com “Performance in flesh and bones”, com o Coletivo Corpo Ciênico, iniciando o entrelace entre experiência artística e teoria crítica de arte presentes seus trabalhos. 

Em design, tem mais de 15 anos de atuação como diretora de arte, desenvolveu projetos de identidade visual, cenografia e interfaces digitais para o mercado cultural e corporativo e trabalhou com inúmeras editoras como designer, hoje é coordenadora de comunicação da nanoeditora feminista Livros de Olinda.

 

Atua também como docente convidada em programas de pós-graduação e graduação (UFSB, PUC-SP e ESPM), tratando de temas como artes do corpo, institucionalização da arte, performance, gênero e poéticas do movimento

Aila Silva is a dance artist, independent curator, creative director, and researcher. Focusing on performance practices in Latin America, her work investigates embodied movement, sotaques de corpo, and memory as critical tools to address social (in)justice, culture, and artistic poetics. She holds a PhD in Aesthetics and History of Art from the University of São Paulo (2025), was a visiting researcher at New York University (USA, 2023–2024), and is affiliated with the Hemispheric Institute of Performance and Politics (USA).

She is the creator of the long-term project “Dançando no Museu” (Dancing in the Museum, 2016), in which cultural mediation operates as a choreographic strategy for occupying institutional spaces, developed at the Museum of Contemporary Art of the University of São Paulo (MAC-USP). In 2018, she was an artist-in-residence at the Centro de Referência da Dança de São Paulo (CRD-SP), where she developed “Memória entre raízes” (Memory Among Roots), a map of gestures and embodied inflections examining the fissures between body and territory.

Between 2022 and 2023, she independently released the tripartite project “Antídoto” (Antidote), a series of short dance films conceived in response to the encumbered body. In 2024, she premiered the performance-mediation “Performar gestos do prazer” (Performing Gestures of Pleasure) at the USP Arts Space, in collaboration with artist João Teixeira Jr., and returned for a new season of the musical “VerDe Perto”, originally premiered in 2016.  At NYU, she developed the lecture-performance “Vulcanic Souls: How to Be Yourself If No One Told You?” (2024), activating the Hemispheric Institute’s archive through fabulative engagements with territoriality and identity alongside students from diverse national backgrounds.

Her curatorial practice includes the program “Políticas do Corpo Sensorial” (Politics of the Sensory Body) at Arte Situação Emergente (SESC CPF, 2017); “O corpo político: atravessamentos” (The Political Body: Crossings) for CIANTEC (2020); and the exhibition “Emergências Transversais” (Transversal Emergencies), presented at the XII CIEHA-USP (2022).

Aila’s multidisciplinary background includes studies in technological thought and communication accessibility. She attended the course Leading Innovation in Arts and Culture at Vanderbilt University (USA, 2015) and is the co-creator of the “Open Museum” prototype (2021), focused on participatory museology and UX design. In 2015, she was a selected artist at ISEA (International Symposium on Electronic Art) with “Performance in Flesh and Bones”, marking the beginning of a sustained dialogue between artistic practice and critical art theory that continues to shape her work.

In the field of design, she has over fifteen years of professional experience as an art director, developing projects in visual identity, scenography, and digital interfaces for both the cultural and corporate sectors. She has worked as a designer with numerous publishing houses and currently serves as communications coordinator for Livros de Olinda, a feminist independent slow publishing press.

She also works as a guest lecturer in undergraduate and graduate programs at institutions such as UFSB, PUC-SP, and ESPM, teaching courses on body-based arts, the institutionalization of art, performance, gender, and movement poetics.

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